09/03/2009, por Rui Nogueira
Conduta surrealista de políticos.
Um governante foi eleito e tem o dever de zelar pelo bem público.
Entretanto, eles esquecem que, essencialmente, deveriam cuidar da administração e/ou da legislação para atender ao interesse público.
Porém, assumem uma posição de negociar, ao seu bel prazer, até os serviços essenciais ao atendimento da população (obrigação do governo).
Surrealismo! Não há nenhuma justificativa, ética, religiosa ou legal para que os governantes joguem os serviços essenciais nas mãos da corrupção, tarifas elevadas, exclusão dos mais pobres que sempre envolvem a atuação das transnacionais.
Resistir é preciso!
Fora concessionárias estrangeiras exploradoras.